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A destruição de placas colocadas em vias públicas de Camaçari, com propaganda de candidatos que integram o grupo que faz oposição política ao governo vigente, tem gerado polêmica. A oposição acusa o PT de ter executado a ação que qualifica como desrespeito às liberdades democráticas. O PT se defende, desmente os opositores e taxa a acusação como demonstração de desespero.
No site oficial de campanha, o candidato a deputado estadual João Carlos Bacelar (PTN), que faz dobradinha com o deputado federal ACM Neto (DEM), postulante a reeleição, despeja sobre “os partidários do prefeito Caetano (PT)” a responsabilidade pela destruição dos cartazes que traziam a imagem dos candidatos ACM Neto e Bacelar.
Parte da nota diz: “Uma nova onda de crimes contra a democracia está ocorrendo na cidade: a destruição de placas de candidatos adversários do prefeito e a intimidação de pessoas que permitem a instalação de propaganda em suas casas”. João Carlos Bacelar chama o ocorrido de “novo” pois, antes, delega ao grupo petista a tentativa de impedir uma caminhada no mês passado e a destruição da sede do PTN há dois anos.
Em resposta as acusações diretas de Bacelar, o presidente do Diretório Municipal do PT, Fábio Pereira, popular Fabão, qualificou de leviana a declaração. E completou: “Além de leviana, é uma demonstração clara de desespero e irresponsabilidade”, exclamou. Fabão ainda disse que considera tal prática – danificar peças de propaganda eleitoral de candidato da oposição – abominável.
“Esta prática abominável tem um histórico no município e ao longo do tempo fez parte do modus operandi dos opositores do PT e de Caetano. Não comungamos com esse expediente e repudiamos as acusações indevidas do parlamentar”, conclui.
Por: Wesley Sobrinho
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