Aldeia Hippie de Arembepe poderá se tornar Museu Vivo

Com o conceito “O paraíso da liberdade e da contracultura” estipulado para o projeto de revitalização, a Aldeia Hippie de Arembepe, está prestes a se tornar um Museu Vivo. De acordo com a prefeitura municipal, a proposta é transformar o espaço, também, em um  Parque Ecológico preservando toda a área verde, a história, e a cultura do local.

Foto: Fabio Marconi

Com curadoria assinada pelo conceituado artista e arquiteto Gringo Cardia, o projeto deve respeitar a essência do local, seus moradores e o estilo de vida deles. Além disso, a iniciativa também prevê um comércio sustentável para os moradores, com serviços especializados e venda de produtos artísticos, além de um calendário de eventos culturais para dinamizar e atrair visitantes durante todo o ano.

Atualmente, a Aldeia conta com 31 unidades habitacionais que serão preservadas e transformadas em obras de arte por artistas internacionais, nacionais e locais, que abordarão em suas composições 23 temas. Cada casa acolherá um artista através de painéis de mosaicos de suas obras nas fachadas, esculturas e objetos singulares nos jardins.

“Mais do que um ponto turístico e de lazer, a Aldeia será um local para experimentar novas percepções de arte”, explicou o gestor da Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Sedur), Genival Seixas. “A requalificação transformará Arembepe num ponto turístico diferenciado e de alta atração, pois em nenhum lugar da Bahia as pessoas vão encontrar um lugar como este. É um projeto baseado em histórias reais, iniciadas nas décadas de 60 a 70 e que perduram nos dias atuais. Definitivamente, um museu vivo, com moradores remanescentes mantidos no local”, concluiu.

Redação Nossa Metrópole

Jorge