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qua , 10/10/2018 às 15:55

72% dos consumidores vão às compras

Apesar da lentidão na retomada da economia ainda refletir no ânimo dos brasileiros, a maioria dos consumidores (72%) deve ir às compras este ano no Dia das Crianças, em especial as mulheres (77%).

A informação é de uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais do Brasil.

Ano passado, 67% compraram presentes na data. Para 2018, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 9,4 bilhões em todo o país, mesmo diante de um cenário com alto índice de desemprego e renda achatada.

De acordo com o levantamento, 39% dos entrevistados que darão presentes pretendem gastar o mesmo valor que o ano assado, enquanto 24% planejam comprar menos. Cada consumidor deve gastar, em média, R$ 187 neste Dia das Crianças.

A data representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano, sendo por isso um termômetro para o setor varejista, que na Bahia abrange mais de 145 mil lojas.

“As intenções de compra vão trazer as primeiras impressões do que deve acontecer no Natal, principalmente em um momento em que o poder de compra está afetado pelas dificuldades econômicas”, disse a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti.

A pesquisa foi realizada com 819 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de compras no Dia das Crianças.

Em um segundo levantamento, 600 casos mostraram o público interessado em comprar presentes na mesma data, gerando uma margem de erro no geral de 3,4 e 4 pontos percentuais, respectivamente, para uma confiança de 95%.

Orçamento apertado
A pesquisa da CNDL e do SPC Brasil aponta que os impactos da crise ainda estão presentes no dia a dia das pessoas e contribuem para que boa parte gaste menos na data.

Dos entrevistados, 34% pretendem gastar menos este ano, devido ao orçamento apertado, enquanto 24% desejam economizar; 18% estão desempregados e por essa razão se veem impossibilitados de comprar; e 9% têm outras prioridades de aquisição, como carro e casa. Há ainda os que precisam pagar dívidas em atraso (8%).

Embora os consumidores estejam cautelosos, a pesquisa mostra que 30% pretende comprar dois presentes e 25% apenas um. A maioria (66%) espera pagar os produtos à vista e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados.

Em segundo lugar, aparece o cartão de crédito parcelado (34%) e em terceiro, o cartão de débito (28%). Entre os que planejam parcelar as compras, a média de prestações é de quatro parcelas.

O shopping center é o lugar preferido dos consumidores para fazer suas compras (42%), embora 35% optem pela internet, provavelmente motivados pela comodidade e praticidade de encontrar seus presentes.

Já 28% mencionaram que buscarão o tradicional comércio de rua. Mesmo com uma inflação menor se comparada ao auge da crise, a maioria dos entrevistados (59%) avalia que os preços dos presentes estão mais caros do que em 2017. Para 31%, os preços estão na mesma faixa e apenam 6% dizem estar mais baratos.

Fonte: Correio

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